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Mostrando postagens de agosto, 2026

Reconheci, paguei a dívida → por que meu nome continua negativado?

 Você finalmente conseguiu quitar aquela dívida que estava pendente e acredita que o problema terminou. Mas, ao consultar seu CPF, descobre que seu nome continua negativado. E agora? Essa situação pode gerar muita preocupação, principalmente quando a pessoa precisa de crédito, pretende fazer uma compra parcelada ou simplesmente quer manter seu cadastro regularizado. Depois do pagamento, a negativação pode continuar? Em regra, não. Após o pagamento integral da dívida, cabe ao credor providenciar a retirada da inscrição dos cadastros de inadimplentes dentro do prazo aplicável. Por isso, se a dívida foi efetivamente quitada e, mesmo assim, a restrição permanece por tempo indevido, o consumidor pode buscar a regularização da situação. O que fazer primeiro? Antes de tomar qualquer medida judicial, é importante guardar os documentos que comprovem o pagamento. Podem ser úteis: comprovante de pagamento; boleto ou acordo realizado; comprovantes de parcelas pagas; mensagens ou e-mails relaci...

“Meu nome foi negativado por uma dívida que não reconheço. E agora?”

 Imagine consultar seu CPF e descobrir que seu nome foi negativado por uma dívida que você não reconhece. A primeira reação costuma ser de preocupação: “Como isso aconteceu?” e, principalmente, “O que posso fazer para resolver?”. A negativação do nome pode trazer consequências práticas importantes, especialmente quando impede a obtenção de crédito ou dificulta a realização de determinadas operações. Mas o consumidor não precisa simplesmente aceitar uma cobrança que afirma desconhecer. Primeiro passo: descubra a origem da dívida Antes de tomar qualquer providência, é importante verificar quem realizou a inscrição, qual é o valor cobrado, a data da suposta contratação e qual contrato ou serviço teria dado origem à dívida. Isso porque existem situações diferentes que podem resultar em uma negativação que o consumidor considera indevida. Pode haver, por exemplo, erro cadastral, cobrança já paga, contrato que o consumidor afirma não ter celebrado ou até mesmo uma contratação realizada m...

Emprestei meu carro e não querem devolver. O que posso fazer?

  Imagine a seguinte situação: Você emprestou seu carro para um amigo ou familiar por alguns dias. A combinação era simples: ele utilizaria o veículo e depois o devolveria. Os dias passaram. Quando você pediu o carro de volta, ouviu que precisava esperar mais um pouco. Depois, mais uma desculpa. Até que você percebeu que a pessoa não pretendia devolver o veículo espontaneamente . E agora surge a dúvida: por ter emprestado o carro, você perdeu o direito de exigir que ele seja devolvido? O empréstimo não transfere a propriedade Quando uma pessoa empresta gratuitamente um bem para que outra o utilize e depois o devolva, estamos diante de uma situação que pode caracterizar o comodato , disciplinado pelo Código Civil. No comodato, o proprietário ou legítimo possuidor entrega o bem para que outra pessoa o utilize temporariamente, mas não transfere a propriedade . Por isso, o simples fato de você ter permitido que alguém utilizasse seu veículo não significa que essa pessoa tenha ...

“Assinei sem ler e agora me arrependi. Posso cancelar o contrato?”

 Você recebe um contrato para assinar. Está com pressa, confia na pessoa que está apresentando o documento e pensa: “Depois eu leio com calma.” Assina. Alguns dias depois, resolve finalmente ler o documento com atenção e percebe uma cláusula que não esperava encontrar. Surge então a preocupação: “Eu assinei sem entender. Posso simplesmente voltar atrás?” A resposta não é tão simples. Assinar um documento, por si só, não significa que a pessoa tenha perdido qualquer possibilidade de questionar seu conteúdo. Porém, também não significa que seja possível simplesmente alegar que não leu o contrato para desfazer aquilo que foi assinado. Por isso, é importante entender cada situação. “Eu não sabia o que estava assinando” Esse é um dos principais motivos de preocupação. Em regra, a assinatura de um contrato demonstra a manifestação de vontade da pessoa em relação àquilo que foi acordado. Por isso, não ler o documento antes de assinar pode trazer consequências . Isso não signi...

“Meu vizinho pode construir na divisa do terreno? Descubra o que a lei permite”

  Imagine chegar em casa e perceber que seu vizinho começou uma obra. No início, você não dá muita importância. Até notar que ele está construindo justamente na divisa entre os dois terrenos. Então surge a dúvida: “Ele pode construir tão perto assim da minha propriedade?” A resposta não é simplesmente “sim” ou “não”. É preciso analisar o tipo de construção, a localização da obra e as regras aplicáveis ao caso. Construir na divisa é permitido? O proprietário tem o direito de construir em seu terreno, mas esse direito não é absoluto . A legislação estabelece limites para evitar que uma construção cause prejuízos ou interfira indevidamente no direito do imóvel vizinho. Por isso, antes de iniciar uma obra junto à divisa, é importante verificar as regras aplicáveis e as características do imóvel. E se o vizinho abrir uma janela voltada para o meu terreno? Essa é uma das situações que mais costumam gerar conflitos entre vizinhos. Imagine que seu vizinho esteja construindo uma ...

Seu familiar está viajando e pediu para você resolver algo por ele. Uma autorização é suficiente?

  Entenda a diferença entre autorização e procuração e quais cuidados devem ser tomados antes de conceder poderes a outra pessoa.” Imagine a seguinte situação: seu irmão está viajando e, durante a ausência dele, surge uma questão que precisa ser resolvida pessoalmente no banco. Você se oferece para ajudá-lo. Ele então diz: “Vou fazer uma autorização para você resolver isso por mim.” Mas será que uma simples autorização é suficiente? Em determinadas situações, pode ser necessária uma procuração . O que é uma procuração? A procuração é o instrumento pelo qual uma pessoa concede poderes a outra para que ela possa agir em seu nome. Quem concede os poderes é chamado de outorgante . Quem recebe esses poderes é o outorgado ou procurador. Na prática, isso permite que uma pessoa seja representada por outra em determinados atos, sem precisar comparecer pessoalmente. Mas existe um detalhe muito importante: os poderes concedidos devem ser observados. Qualquer pessoa pode receber uma procuraçã...

Comprei um imóvel e descobri que ele tem uma dívida: quem é responsável?

 Comprar um imóvel é uma decisão importante e, para muitas famílias, representa a realização de um grande sonho. Por isso, descobrir depois da compra que existem dívidas relacionadas ao imóvel pode causar muita preocupação. Afinal, quem deve pagar uma dívida que surgiu antes da compra: o antigo proprietário ou quem acabou de adquirir o imóvel? A resposta depende do tipo de dívida e das circunstâncias do caso. A dívida está relacionada ao imóvel? Antes de tudo, é importante entender que nem toda dívida relacionada a um imóvel possui a mesma natureza. Existem obrigações que podem estar diretamente vinculadas ao próprio imóvel e outras que dizem respeito exclusivamente à pessoa que as contraiu. Essa diferença é fundamental para saber quem poderá ser responsabilizado. E se forem débitos de IPTU? O IPTU é um dos exemplos que merecem atenção especial. Como se trata de um tributo relacionado ao imóvel, a existência de débitos anteriores à compra pode trazer consequências para o adquirente...

Meu imóvel está com erro na matrícula. É possível corrigir sem entrar na Justiça?

 Comprar um imóvel costuma representar a realização de um sonho. Mas, depois de anos, muitas pessoas descobrem que existe algum problema na matrícula: um nome escrito de forma incorreta, uma área diferente da realidade, uma informação antiga que nunca foi atualizada ou até mesmo algum dado que não corresponde aos documentos do proprietário. A primeira preocupação geralmente é: “Vou precisar entrar com uma ação judicial para resolver isso?” A boa notícia é que, em muitos casos, a correção pode ser feita diretamente no Cartório de Registro de Imóveis, por meio de um procedimento administrativo. O que é a matrícula do imóvel? A matrícula é como se fosse o “documento de identidade” do imóvel. Nela ficam registrados todos os dados importantes, como: localização do imóvel; descrição da área; nome dos proprietários; transferências realizadas; eventuais restrições ou direitos registrados. Por isso, qualquer informação incorreta pode gerar dificuldades futuras, principalmente em uma venda, ...

Vendi meu imóvel: quem deve pagar o IPTU e o condomínio?

 A venda de um imóvel costuma envolver várias etapas, desde a negociação até a assinatura dos documentos e a entrega da posse. Mas existe uma dúvida que pode aparecer durante ou depois dessa negociação: quem deve pagar o IPTU e as despesas de condomínio quando o imóvel é vendido? A resposta não deve ser presumida apenas pelo fato de o imóvel ter sido vendido. É importante observar as circunstâncias da negociação e verificar quando ocorreu a transferência da posse, quais obrigações foram assumidas pelas partes e a natureza de cada débito. O vendedor continua responsável depois da venda? Essa é uma das primeiras dúvidas que surgem. A venda do imóvel não significa, por si só, que todas as obrigações relacionadas ao bem passam automaticamente a ser responsabilidade de uma única pessoa a partir da assinatura do contrato. É necessário analisar o momento em que cada obrigação surgiu e as condições estabelecidas na negociação. Por isso, guardar contratos, comprovantes de pagamento e docume...

Matrícula atualizada do imóvel: por que ela é tão importante antes da compra?

  Antes de comprar um imóvel, por que é importante consultar a matrícula atualizada? Comprar um imóvel é uma decisão importante e, muitas vezes, representa a realização de um sonho. No entanto, antes de assinar qualquer contrato, existe um documento que merece atenção especial: a matrícula atualizada do imóvel. Embora muitas pessoas nunca tenham ouvido falar nela, esse documento reúne informações essenciais sobre a situação jurídica do bem. O que é a matrícula do imóvel? A matrícula funciona como um histórico oficial do imóvel. Nela constam informações como a identificação do bem, os proprietários, registros de compra e venda, averbações e outros atos que possam influenciar futuras negociações. Por esse motivo, a matrícula é um dos principais documentos analisados em transações imobiliárias. Por que a matrícula atualizada é tão importante? A consulta à matrícula permite verificar se existem informações que podem interferir na negociação. Dependendo do caso, é possível ide...

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